Polissemia artística marcará abertura do Congresso UFBA 2017

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O Canto-Coral da EMUS/UFBA fará ensaio geral com o público para formar um grande coro e entoar a canção de luta pela universidade pública.   |  Foto: Aristides Alves

Celebração e defesa da universidade pública. Esta é a tônica das mais de 60 intervenções artísticas que acontecerão na abertura do Congresso de Ensino Pesquisa e Extensão da Universidade Federal da Bahia, reunindo múltiplas performances, instalações, recitais, depoimentos, apresentações musicais e vídeos, numa programação que se estende por quase seis horas – a partir das 15 até as 21h do dia 16 de outubro. Sob a condução do reitor João Carlos Salles, as atividades culturais acontecerão de forma alternada, tanto no espaço – entre o Palácio da Reitoria e a Biblioteca de Saúde, no Canela – quanto no tempo, em meio às falas e depoimentos de vários convidados, representando a comunidade acadêmica da UFBA, outras universidades federais do país e entidades da sociedade civil.

O som das batidas do grupo de percussão Rum Alabê, capitaneado pelo professor Iuri Passos, fará a saudação inicial do Congresso, a partir das 15h, no hall de entrada da Reitoria.  Às 15h30, os alabês e seus atabaques se deslocam para a área frontal da Biblioteca de Saúde, cedendo o espaço para a Orquestra de Frevos e Dobrados, regida pelo maestro Fred Dantas.  Enquanto os músicos executam um repertório diversificado, será aberta a 3ª mostra gráfica, com parte dos acervos da Escola de Belas Artes e dos artistas plásticos Goya Lopes e Juarez Paraíso, além da exposição da maquete da Universidade, no foyer lateral da reitoria.

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Atrações artísticas do lançamento do FSM 2018 serão incorporadas à abertura do Congresso UFBA 2017.

Durante o ato, acontecerá também o lançamento do Fórum Social Mundial  (FSM 2018) – a ser será realizado nos campi da UFBA, durante os dias 13 a 17 de março do próximo ano. Para a cerimônia oficial de instalação, a comissão do FSM chegará à Reitoria num cortejo festivo, acompanhado por artistas, como o mestre Lourimbau. Atrações artísticas reconhecidas mundialmente serão trazidas para o Congresso pela organização do Fórum.

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O mestre Lourimbau marcará o lançamento do FSM 2018 com o som do seu berimbau.   |  Foto: divulgação

Logo depois, às 17h, todos sairão para a área externa para acompanhar a ativação do tesourômetro, painel eletrônico que denuncia a redução de investimentos em ciências e tecnologia, que ficará instalado no totem de sinalização da localização da Reitoria da UFBA.

“Toda a programação acontecerá numa estrutura solta e descontraída, pois foi pensada com o objetivo de marcar com a nossa alegria e criatividade esse movimento de defesa e conscientização para a importância da universidade pública, gratuita, inclusiva e de qualidade, como caminho e direito inalienável da sociedade brasileira”, informou o assessor especial da reitoria para assuntos culturais, Paulo Costa Lima.  O professor – que também é o compositor do jingle em defesa da universidade pública – sinalizou que, junto com a apresentação do Corpo de Canto-Coral da Escola de Música da UFBA, regido pelo maestro José Maurício, haverá um ensaio geral com o público presente no salão nobre, a fim de unir todas as vozes para entoar a canção de luta pela universidade.

A partir das 18h e de volta ao salão nobre, acontecerão várias manifestações em defesa da universidade, proferidas por políticos, representantes da comunidade universitária e de entidades sociais.  As falas serão intercalados por poemas, declamados pela professora, atriz e diretora teatral Meran Vargens, e por solos do violonista Mário Ulloa.  Confira aqui os detalhes da programação da abertura do Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFBA.

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