UFBA deve receber R$ 32 milhões da Capes para internacionalização da pesquisa

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A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) aprovou integralmente a proposta da UFBA ao edital do Programa Interinstitucional de Internacionalização (Capes PrInt), que estabelecerá novos critérios para a liberação e gestão de recursos destinados a estimular a internacionalização da pesquisa científica nas instituições universitárias. Com isso, a Universidade terá direito a receber R$ 32 milhões, para serem investidos nos próximos quatro anos.

Em decisão publicada no dia 1º de outubro, a Capes já havia incluído a UFBA no grupo das 36 instituições de ensino superior brasileiras habilitadas a receber os recursos do edital. A aprovação integral da proposta “não apenas a justeza do nosso pedido de revisão, mas também o mérito da proposta que reuniu diversos pesquisadores em distintos programas de pós-graduação”, afirmou o pró-reitor de Pesquisa, Criação e Inovação, Thierry Corrêa Lobão. O valor é mais que o dobro dos investimentos recebidos pela UFBA no quadriênio anterior.

A UFBA havia ficado surpreendentemente fora da lista preliminar, divulgada em agosto pela agência de fomento, juntamente com outras instituições de grande relevância nacional, como a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), as universidades federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e de São Paulo (Unifesp), e, por isso, recorreu da decisão. A proposta da UFBA teve como pontos fortes uma grande quantidade de projetos, uma ampla variedade de temáticas e áreas de conhecimento abrangida, a lógica interdisciplinar utilizada para agrupá-los, a adesão maciça dos mais bem avaliados programas de pós-graduação, e a forte tradição científica da Universidade. A UFBA concorreu ao edital com um total de 165 projetos, agrupados em 19 macro temáticas interdisciplinares, distribuídas em 5 grandes eixos de conhecimento.

Todos os programas de pós da UFBA avaliados pela agência com nota igual ou superior a 4 (numa escala de 3 a 7) enviaram propostas. Contou também o bom desempenho recente da Universidade nos principais indicadores quantitativos e qualitativos de produção científica, em geral ocupando posições que oscilam entre o 5º e o 15º lugar – o que ratifica a tradição de pesquisa que marca a UFBA desde a sua fundação.

 

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