Pesquisadores da arquitetura defendem que reformas contemplem preservação histórica e patrimonial

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Aliar reforma e modernização com preservação histórica e patrimonial. A possibilidade dessa conjugação tem sido levantada pela Faculdade de Arquitetura da UFBA e outras entidades que contestam o projeto proposto pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) para reforma do Hospital Especializado Octávio Mangabeira (HEOM). Os pesquisadores da UFBA apontam inconsistências no projeto proposto pela Sesab, por descaracterizar aspectos fundamentais da arquitetura e história do hospital, e apresentam alternativas, como o projeto elaborado pela arquiteta Gabriela Otremba, aprovado no mestrado em conservação e restauro da UFBA.

Criado em 1942, o Hospital Octávio Mangabeira teve toda a sua concepção arquitetônica pensada para o tratamento da tuberculose. É reconhecido como um dos edifícios emblemáticos na história da arquitetura moderna na Bahia e uma obra de extrema relevância para o patrimônio histórico e cultural do estado. Em entrevista à TV UFBA, o professor da Faculdade de Arquitetura Nivaldo Andrade aponta caminhos possíveis e já praticados em construções de Salvador para articulação entre reforma e respeito ao patrimônio.

 

FICHA TÉCNICA

PRODUÇÃO E REPORTAGEM
GISELE SANTANA

EDIÇÃO
VICTOR MOTA

IMAGENS
SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO DE SALVADOR
SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO DO GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA
CASA DO BENIN
MANUEL SÁ
FOTOS DO ACERVO DO PROJETO

VINHETA
LINCOLN ARAMAIKO

LOGO
IARA PATINO

COORDENAÇÃO GERAL
MARCO QUEIROZ
RICARDO SANGIOVANNI

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