Segundo a executiva do Ministério das Relações Exteriores, o país apresenta um foco específico ao assumir a presidência rotativa do grupo de países. “A marca da gestão do Brasil é entregar resultados concretos, e nesta ocasião os itens principais de trabalho serão doenças tropicais negligenciadas e tuberculose; uso de moedas alternativas no comércio internacional; equivalência de chances nas mudanças climáticas; acesso não discriminatório à inteligência artificial; segurança; e desenvolvimento das instituições”, afirmou a ministra.
Na cerimônia de abertura, a presidência da mesa teve a condução de Jonnas Vasconcelos, da Faculdade de Direito, e participação de Martins Cerqueira, do Instituto de Química, representando o reitor Paulo Miguez; Wlamyra Albuquerque, superintendente de Relações Internacionais; e Elsa Kraychete e Kun Zhang, do Instituto Confúcio da UFBA.
O lançamento das atividades da turma também estiveram presentes representantes do setor de turismo do governo da Bahia, federação das indústrias do estado e a turma de 20 acadêmicos de África do Sul, China, Rússia, Argentina e Brasil.
Roteiro intensivo de estudos, a BRICS+ Summer School (nome oficial) tematiza história, princípios e importância da cooperação econômica, cultural e política do Sul global.
Tendo como objetivo principal fomentar a cooperação, compreensão mútua e colaboração, a iniciativa pretende formar lideranças que proponham soluções aos desafios dos atuais 11 integrantes do bloco.

